Grupo de Pesquisa da Pós-Gradução em Ciências da Comunicação da ECA/USP

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Arquivo para Comunix

O que o consumidor pode fazer para não contribuir com o problema?

Os consumidores podem exigir dos fabricantes a coleta e a reciclagem de seus produtos, bem como a correta identificação das ameaças que estes apresentam, além do óbvio: consumir menos, reutilizar mais. Os cidadãos devem exigir do poder público legislação específica que obrigue a logística reversa e reciclagem por parte dos produtores de eletrônicos entre outros mecanismos que protejam a saúde humana e o meio ambiente.

Assine o MANIFESTO LIXO ELETRÔNICO PELA INCLUSÃO DOS PRODUTOS ELETRO- ELETRÔNICOS NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

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Como o Brasil esta hoje em termos de reciclagem de eletro-eletrônicos?

O Brasil não possui números exatos de quanto lixo eletrônico é reciclado, somente estimativas baseadas no mercado formal, indicando que não mais de 1% dos resíduos eletrônicos produzidos no país tem um destino ambiental adequado.

Somando-se os outros 99% a todos os equipamentos comercializados no mercado informal, a situação é aterradora. Sabemos que é de costume do brasileiro não jogar esse tipo de resíduo no lixo e sim repassar a outras pessoas, reutilizar. Ainda assim, o passivo ambiental apresentado por milhares de toneladas de eletrônicos inutilizáveis pode contaminar seriamente plantações, animais e seres humanos.

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Por que é importante incluir o lixo eletrônico na Política Nacional de Resíduos Sólidos?

O lixo eletrônico é composto por resíduos tóxicos, de difícil reciclagem e manejo. É uma grande ameaça ao meio ambiente e à saúde das pessoas, por seu potencial contaminante e, sem dúvida, compõe a parte mais tóxica dos rejeitos domésticos e corporativos. Além das urgências dessas questões, os equipamentos eletrônicos descartados contêm uma grande quantidade de conhecimento e, portanto, infinitas possibilidades de reutilização e ressignificação que podem servir a objetivos nobres como educação, inclusão social e digital.

Portanto, está clara a demanda social, econômica e ambiental para a regulamentação de uma normativa nacional para a gestão adequada desses resíduos – que cada vez mais serão produzidos em maior escala por nossa sociedade.

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Manifesto do Lixo Eletrônico

Importante::

Leiam o Manifesto para inclusão dos eletro-eletrônicos -> http://lixoeletronico.org/manifesto

Blogging and practices of knowledge workers

Since their early days, weblogs have been envisioned as a prototype technology for enabling grass-roots knowledge management. However, while experiments with blogging are underway in many businesses, research that could inform them is limited. In this dissertation early adopters of weblogs are studied to develop an understanding of uses of weblogs in relation to work, and to provide insights relevant to introducing blogging in knowledge-intensive environments.

Intrigas de idéias

Fui assistir nesse fim de semana o filme Intrigas de Estado. O filme protagonizado pelo gladiador Russel Crowe como um jornalista das antigas, Do tempo que o jornalismo se fazia nos bastidores dos jornais na bancarrota. Ben Affleck faz o papel de um congressista cheio de amor pra dar. E por Rachel McAdams, uma bloguei?ra. A trama é bem fraquinha. Fiquei impressionado com o posicionamento do filme. O jornalista como a última esperança. No entanto, a discussão não é sobre o bom jornalismo, mas qual mídia da o suporte. A blogueira foi apresentada como uma jovem sem experiência.

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Homem – máquina – remix

Flusser tem uma visão da tecnologia como suporte; Ele reproduz a idéia de prótese. A tecnologia cola no homem. Ele diz que as fábricas são lugares onde sempre são produzidas novas formas de homens: primeiro, o homem-mão, depois o homem-ferramenta, em seguida, o homem-máquina e, finalmente, o homem-aparelhos-eletrônicos. Repetindo: essa é a história da humanidade. A máquina distende a mão do homem ao ponto do homem se tornar a máquina, ou a máquina se torna o homem. Oras, tanto faz.

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Das Múltiplas Interfaces ao Monstro Cibernético

somos nossa memória, somos este museu quimérico de formas inconstantes, este monte de espelhos partidos
Jorge Luís Borges

Pois, o que é interface? Para que serve a interface? Será que tem a ver com computadores? Tem sim, ou não?. A interface é um tipo de tradutor que aproxima a linguagem do homem com a máquina. Olhamos para a telinha e já sabemos o que ela nos tem para dizer. Um ícone sedutor fazendo caras e bocas para nossos olhos repletos de informação. Ou, uma chamada para a ação. Ou para a interação.

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Diversity and independence

Diversity and independence are important because the best collective decisions are the product of disagreement and contest, not consensus or compromise. An intelligent group, especially when confronted with cognition problems, does not ask its members to modify their positions in order to let the group reach a decision everyone can be happy with.

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Massas e multidões hiperconectadas

André Lemos – Cibercultura e Mobilidade faz a passagem entre a massa proposta por Canetti em Massa e Poder com a idéia de smart mobs – conceito de Howard Rheinghold. Eu utilizo o conceito do Canetti para definir uma sociedade que se constitui no movimento tanto das maltas como das massas no contexto da tradição filosofica espinosona. Essa passagem abaixo vai ser útil para fazer o link entre as massas e a multidão….

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